
Eunápolis segue há mais de vinte dias sem transporte público, um problema que afeta diretamente trabalhadores, estudantes e famílias que dependem do serviço para circular pela cidade. Mesmo com uma Câmara Municipal composta por 17 vereadores, apenas três parlamentares cobraram do Poder Executivo medidas para enfrentar o impasse e retomar o atendimento: Jorge Maécio, Renato Bromochenkel e Rogério Astória.
O cenário chama atenção especialmente pelo tamanho da base governista: 13 vereadores alinhados ao Executivo não apresentaram nota pública, cobrança formal ou qualquer movimento visível para pressionar o prefeito Robério Oliveira a cumprir sua responsabilidade de resolver o problema que já provoca prejuízos sociais e econômicos no município.
Entre os nomes apontados como aliados do governo estão: Ademir Freire, Arilma Rodrigues, Carmem Lúcia, Edmundo Novais, Fábio Arruda, Gildair Almeida, Josemar da Saúde, Negão da Água, Pedro Queiroz, Porrola, Saullo Cardoso, Ubaldo Suzart e Valdiran Marques. A pergunta que ecoa nas ruas é direta: para que serve a aliança política se, diante de um serviço essencial paralisado por semanas, a “base” não se mobiliza para destravar a solução e defender os interesses de quem mais precisa?
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