
O ex-presidente do INSS foi preso no dia 13 de novembro de 2025, em nova fase da operação da Polícia Federal que investiga um esquema bilionário de fraudes envolvendo descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas.
Ele havia sido nomeado em julho de 2023 pelo então ministro da Previdência, Carlos Lupi, no governo Lula, para presidir o INSS. Durante a investigação foi apreendida uma planilha que detalhava a rota dos desvios, e os investigadores estimam que o valor dos descontos indevidos chegue a bilhões de reais.
A apuração aponta que ele recebia cerca de R$ 250 mil por mês em propinas, além de responder a acusações como inserção de dados falsos, constituição de organização criminosa, estelionato previdenciário e corrupção ativa e passiva.
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