
Apesar de ter terceirizado a administração do Hospital Regional, a Prefeitura de Eunápolis mantém cargos políticos atuando diretamente na unidade, segundo denúncias feitas por funcionários. Pessoas nomeadas pela gestão municipal, com forte ligação política, estariam tomando decisões sem respaldo técnico, mas com pleno conhecimento da Secretaria de Saúde — o que, segundo especialistas, não deveria ocorrer em um modelo terceirizado e profissionalizado de gestão.
A contradição é clara: se a administração foi repassada a uma empresa, qual a justificativa para manter figuras políticas com exclusividade sobre decisões internas? Relatos apontam, ainda, que essas interferências estariam favorecendo pacientes com vínculos políticos, desrespeitando critérios de urgência e prioridade médica. A situação exige apuração rigorosa por parte do Ministério Público, pois a politização da saúde pública compromete diretamente a equidade e a qualidade no atendimento à população.
Adicione nosso número e envie vídeo, foto ou apenas o seu relato. Sua sugestão será apurada por um repórter. Participe!
